terça-feira, 22 de maio de 2012

O que é ser professor hoje? Quem sou eu (professor) neste contexto?


Em uma sociedade na qual a mudança é constante, podemos analisar que há maior exigência na qualidade dos professores e na qualidade de ensino. Para tanto ser professor hoje é necessário que seja um profissional ativo, que se dedique, que busque objetivos novos, que seja persistente e capaz se reciclar sempre, que possam corresponder de acordo com a necessidade da sociedade. Um professor que possa trabalhar conhecimentos que se adapte com a realidade vivida do cotidiano do aluno, ou seja, que trabalhe conhecimentos técnicos e teóricos acompanhados da práxis.
Por fim, quem sou eu neste contexto? Uma profissional em constante formação, aberta a novas possibilidades e expectativas, que não tem medo do novo, que procura centrar seu trabalho no bem estar do aluno, e não do sistema em si. Porém ainda me falta muito a caminhar, a conquistar, a descobrir, a executar. Na sociedade tecnológica não há espaço pra o caderno de páginas amarelas.

2 comentários:

  1. O computador está cada vez mais presente nas escolas públicas brasileiras. “Cinco anos atrás, 30% das escolas da educação básica, que vai da educação infantil até o ensino médio, tinham acesso a computador e internet. Hoje, é 50% que têm acesso.”, afirma a gerente do Todos pela Educação Alejandra Velasco.

    E entrevistados durante a Prova Brasil, em escolas de ensino fundamental, 67% dos professores declararam usar o computador para ensinar.

    Mas a pesquisa também mostra que uma parcela considerável dos professores rejeita o uso do computador. E isso, exatamente nas regiões onde a tecnologia está mais disponível nas escolas. No Sul, mais de 11%, e no Sudeste quase 15% dos professores disseram considerar o computador desnecessário. Mais do que no Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

    Computador exige mudanças na dinâmica do ensino

    “Muitos desses professores já tiveram experiências ruins ao usar tecnologia. Mandar o aluno fazer pesquisa na internet, sem uma boa pergunta. Ele vai lá, recorta, cola, usa a palavra-chave, encontrou o que o professor queria, traz, nem leu aquilo. Os professores ficam reticentes com esse tipo de uso”, explica o consultor em Tecnologia e Educação César Nunes.

    O especialista em tecnologia na educação diz que o computador exige mudanças na dinâmica do ensino e uma preparação maior do professor.

    “A experiência que nós temos com os professores, que passam essa fase inicial, é que eles se sentem muito mais motivados, se sentem mais professores.”, conta César Nunes.

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